Gráfico comparativo (por percentagem de votos) dos resultados nas eleições em que o PAN concorreu não coligado Gráfico comparativo (por percentagem de votos) dos resultados nas eleições em que o PAN concorreu não coligado

Resultados Eleitorais

Eleições para a Assembleia da República

Em 2011, poucos meses após a nossa oficialização, sem recursos, sem experiência e completamente silenciados por muita da comunicação social, o PAN concorreu em quase todos os círculos nacionais (à excepção do círculo fora da Europa e de Trás-os-Montes) às eleições antecipadas legislativas, obtendo 57 634 votos a nível nacional, tornando-nos na sétima força política (a sexta, em distritos importantes como Lisboa, Setúbal e Faro) e elegendo quase um deputado por Lisboa. Graças a este resultado passámos a auferir de uma subvenção estatal.

Nas Legislativas 2015, o PAN obteve um total de 75.140 votos (1,39%), mantendo a subvenção estatal e elegendo um deputado!

Eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira

Nas eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira realizadas em Outubro de 2011, o PAN obteve 2,13% dos votos elegendo o seu primeiro deputado, Rui Manuel dos Santos Almeida.

Em 2015 não conseguimos obter representação.

Eleições para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores

Em 2012, apesar de questões burocráticas terem impedido a apresentação de candidaturas à Terceira, Graciosa e Faial, o PAN Açores obteve ainda assim um resultado de 1,19% dos votos do círculo de São Miguel, o que representa um crescimento de 57% em relação às Legislativas de 2011.

Em 2016, o PAN duplicou as votações de 2012, com 1,43%, 1332 votos, apesar de não ter eleito um deputado nas eleições regionais dos Açores. No entanto, é agora 6ª força política no arquipélago graças a toda a resiliência e coragem da equipa e apoiantes.

Eleições para as Autarquias Locais

Nas Eleições Autárquicas 2013, as candidaturas do PAN ultrapassaram em geral a barreira dos 2%. Mais do que duplicando percentualmente as nossas votações de 2011, e elegemos deputados municipais na Maia, em Almada, em Oeiras, em Lisboa e em Câmara de Lobos, tendo ficado perto de o conseguir noutros municípios. Elegemos também um representante na Assembleia de Freguesia de Arroios (Lisboa) e, no Funchal, o PAN integrou a coligação Mudança que teve uma vitória histórica sobre o PSD.

Nas Eleições Autárquicas 2017, os resultados foram históricos. Das 32 candidaturas às Autárquicas 2017, o PAN elegeu representantes em 78% dos municípios: 27 deputadas/s municipais e 6 deputadas/os nas Assembleias de Freguesia. Face aos resultados das Legislativas de 2015, o PAN obteve mais 10.369 votos nas Câmaras Municipais em que concorreu em 2017, significando uma variação de 1,18% e uma evolução de 70%. Face aos resultados das Legislativas de 2015, o PAN obteve mais 29.923 votos nas Assembleias Municipais em que concorreu em 2017, significando uma variação de 2,08% e uma evolução de 129%. Conseguiu eleger deputados municipais em todos os 15 concelhos do distrito do Porto e de Lisboa aos quais concorremos. Em Lisboa, duplicámos a representação na Assembleia Municipal. O número de votos alcançados nas Assembleias Municipais dos 32 concelhos (72.673) é s

emelhante ao resultado obtido em todo o território nacional nas Legislativas de 2015 (75.140).

Eleições para o Parlamento Europeu

Os portugueses escolheram os seus representantes para o Parlamento Europeu e o PAN, como tem feito desde junho de 2011, apresentou-se a eleições como uma alternativa viável e com propostas sensatas e exequíveis. Os resultados não permitiram que o nosso partido conseguisse um assento no PE, mas mostram que, um pouco por todo o país, o PAN cresceu em relação aos resultados obtidos nas legislativas de 2011 - 1,04% em 2011 e 1,72% em 2014, com especial relevância para o arquipélago da Madeira onde passámos dos 1,72% em 2011 para os 3,34% em 2014 - apesar de a abstenção ter aumentado substancialmente, do crescimento da extrema direita na Europa e da emigração de uma grande camada de jovens portugueses. Os resultados hoje obtidos, assegurariam a eleição de um deputado para a Assembleia da República pelo distrito de Lisboa.

Ainda que não tenhamos conseguido atingir o objetivo de eleger um deputado, o crescimento do PAN mostra que, apesar do desinteresse dos media em relação à mensagem do PAN, temos conseguido passar a importância e pertinência das nossas propostas a cada vez mais portugueses.

Os resultados obtidos pelo PAN incentivam-nos a arregaçar as mangas e a começar já a trabalhar para que nas eleições para a Assembleia da República que se vão realizar em 2015 consigamos representação parlamentar com a eleição de pelo menos um deputado.